Postagem Observatório

Protágoras, Damares e Índios

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Em termos de história, muitas datas e eventos podem ser elegidos como "marcantes" ou "divisores de águas". Para demarcar a origem da bandidagem esquerdista, creio ser adequado um retorno à Grécia Antiga, elegendo o filósofo Protágoras como o pai do progressismo.

Isso porque o relativismo é fundamental para a manutenção do caráter doentio do progressista; e Protágoras foi um grande propagador da relativização, iniciando uma destruição da bússola moral que o homem sempre trouxe dentro de si.

Essa destruição teve na Revolução Francesa um de seus grandes momentos, se consolidando, quase que ao mesmo tempo, nas ideias e obra de Karl Marx; e tudo desembocando no primeiro grande esgoto socialista: a revolução russa liderada pelo psicopata e ditador Vladimir Lênin.

Protágoras, antes de ser um filósofo, era um malandro; e a partir de sua malandragem filosofou malandramente, até chegar na sua frase máxima: "O homem é a medida de todas as coisas".

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Nesse ponto, 2450 anos antes da era de Nosso Senhor Jesus Cristo, foi dada a largada para a justificação teórica, cultural e "técnica" de todo tipo de infâmia, destruição e genocídio que caracterizaram e caracterizam o delírio comunista.

A frase basilar de Protágoras traz consequências sérias. Se o homem é a medida de todas as coisas, isso significa que não há freios morais, éticos e racionais. Afinal, a "medida" é definida por cada grupo ou sociedade, não tendo valor universal. É a prevalência do que é conveniente em detrimento do certo e do errado.

Por exemplo, os esquerdistas, mesmo sem terem a menor noção de quem foi Protágoras, ecoam esse relativista quando criticam a ministra Damares por ela lutar contra o infanticídio praticado por índios.

Afinal, se os índios são a própria medida do que é certo e errado, os civilizados devem aceitar, protagoricamente, que eles matem e torturem suas crianças. É a "cultura" deles.

Vemos, por meio de Protágoras, que a Zumbilândia também é uma civilização antiga.