Postagem Observatório
André Cardoso Monteiro
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Produtora tenta inflar novamente a imagem da Amazônia pegando fogo, agora no Rock in Rio

Data da publicação:

Por - No Exílio News
Vejam só o escândalo: uma produtora de filmes enganou o Poder Municipal de Presidente Figueiredo (Amazonas). A desculpa foi de gravar um clip para a abertura da próxima edição do Rock in Rio (2019).


O crime:


A equipe ateou fogo em parte da floresta — evidentemente sem licença para tal — para ilustrar mais uma vez a agenda ambientalista que causou toda aquela histeria mundial no mês passado, além é claro, de atacar o Presidente da República, Jair Bolsonaro.

Quem está por trás?


A produtora que organizou as filmagens já é uma velha conhecida. Trata-se da Maria Farinha Filmes, envolvidas em obras culturais no mínimo duvidosas. Possuí um leque cultural anti-conservador. Uma produtora cuja dona é Estela Renner e é parte do Instituto Alana (Ana Lúcia Villela, uma das maiores acionistas da holding Itaúsa). Tanto a Produtora, quanto o Instituto, possuem material divulgado na internet que vai desde a relativização do aborto, ideologia de gênero, liberação das drogas, etc.

A equipe solicitou uma licença ao Secretário de Turismo de Presidente Figueiredo, Paulo Lins, para filmar as cachoeiras, as cavernas do Maroaga e a gruta da Judéia.


Policial interrogando o diretor das filmagens.


Algum tempo depois, o Secretário disse ter ficado surpreso com o incêndio e acionou o delegado da região. Equipamentos foram apreendidos e feito uma abertura de inquérito contra o crime ambiental.

Tudo isso para sujar ainda mais a imagem do país e do governo.

Post-scriptum:

Abaixo as palavras do secretário Paulo Lins:
"Esse pessoal enganou todo mundo lá, disseram que iam fazer uma filmagem na caverna, aí foram para um sítio, desmataram, tocaram fogo e passaram a filmar a queimada. A gente desconfia que isso é para alguma ONG Internacional ou política contra o Bolsonaro, o meio ambiente suspendeu a licença de filmagem, autuou os responsáveis e o delegado parece que vai instaurar inquérito. Isso aconteceu, quinta feira (12) passada", denunciou Lins.